Normas Regulamentadoras
Principais Normas Regulamentadoras da construção civil
dezembro 17, 2019
Coronavírus
Coronavírus: Possebon reforça cuidados e informações a funcionários
março 18, 2020

Mulheres na construção civil: elas estão em todas as áreas da Possebon

Mulheres na construção civil

Embora o setor da construção civil seja culturalmente masculino, as mulheres têm conquistado seus espaços nas áreas de exatas e nas obras. Nos últimos dez anos, o Ministério do Trabalho e Emprego estima que a absorção de mulheres pelo mercado da construção civil cresceu quase 50%, e que mais de 200 mil mulheres já trabalham com a construção civil hoje no Brasil.

A presença feminina na construção civil ainda é tímida se comparada a masculina. Assim como em grande parte da indústria, a equidade de gênero ainda deve ser combatida. Por isso, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, ouvimos as mulheres da Possebon, que mostram que, sim, mulheres na construção civil podem e devem ser presentes.

Conheça algumas das mulheres que ajudam a construir a história da Possebon Engenharia:

Mulheres em todos os setores da Possebon Engenharia

Vanusa Mulek de Souza, hoje Coordenadora de QSMS (Qualidade, Segurança, Meio ambiente e Saúde) é uma das funcionárias que fez carreira dentro da Possebon Engenharia. Afinal, são quase 16 anos na empresa. Ela iniciou como auxiliar administrativo, passou para auxiliar de qualidade e assistente de qualidade. “A empresa me formou em engenharia de produção. Hoje sou engenheira de produção graças a Possebon e ocupo um cargo de coordenação. Isso sendo mulher em uma empresa de engenharia civil. Não tem como não dizer que me sinto valorizada aqui”, comemora.

A visão é compartilhada por novos colaboradores. Como por exemplo, a Celia Soczek Kozak, que está há um ano e dois meses atuando com consórcio, em Pernambuco. “Fiquei todo esse período em campo e trabalhar no Consócio CCER (Conenge/Possebon) foi um esplendor.” De espírito inquieto, ela ainda faz trabalhos sociais e atividades de folclore.

A liberdade proporcionada é um dos quesitos que ela valoriza na empresa. “Conheci pessoas boas, me deram muita liberdade de trabalhar, desenvolver e realizar um excelente trabalho junto ao Alfredo, Bruno e Alfredo Neto”, comenta. “Estive bem envolvida em todas as áreas. É uma coisa que gosto de fazer, sobretudo, ter essa liberdade para ter ótimos resultados.

Assim como ela, Cinthia Almeida Padilha também tem forte presença na obra. A técnica em segurança está na empresa há quatro anos e atua especialmente com foco em inspeção de faixas. “Vou nas equipes verifico se eles estão trabalhando em conformidade as normas.”

Cinthia comenta anteriormente sempre trabalhou em indústrias. Embora nunca tenha passado por alguma situação desconfortável ou preconceituosa, é ciente que existe desigualdade salarial. “A mulher faz tanto quanto o homem, mas ainda existe essa diferença dentro da área de segurança fora daqui. A maioria ainda é composta por homens.”

Além de Cinthia, Laisy Alves Brandão também é técnica de segurança na Possebon. Há dois anos e nove meses revela que sente-se “muito valorizada e respeitada como mulher e profissional”. E resume que ser mulher é ser forte o bastante para enfrentar desafios e dificuldades. “A mulher tem uma força interior muito grande que nos permite ser mãe, trabalhar com competência, superar os obstáculos do dia a dia. O Dia Internacional da Mulher significa igualdade”, ressalta.

Visão da diretoria

Igualdade é palavra de ordem. Aliás, “valorizar o ser humano e a sociedade por meio de uma conduta ética e socialmente responsável”, é uma conduta que antecede o código de ética e responsabilidade da empresa. Faz parte da família Possebon. Tal característica transcende aos funcionários pelos corredores e obras em seus 39 anos de atuação.

“É a minha casa aqui. É uma empresa familiar, todo mundo se trata muito bem aqui. O patrão trata a gente como se fosse da família dele mesmo”, brinca Ivanete de Marchi. E não é para menos, ela trabalha na Possebon há 22 anos. “Tive oportunidades. Comecei como administrativo/auxiliar de escritório e fui crescendo. Hoje atuo no setor financeiro e faturamento. Eu cresci muito aqui”, conclui.

Não há distinção de gênero na Possebon. “Respeitamos nossos funcionários por igual. Os contratamos por suas capacitações e investimos em seus desenvolvimentos. E isso, certamente, independe de ser homem ou mulher”, frisa o diretor, Bruno Soares Possebon. Para ele, ter o quadro de funcionários composto por ambos os sexos em diversos setores da empresa, inclusive com mulheres em cargos de liderança, é essencial.

“São visões e perfis diferentes que só vem a somar no nosso trabalho”, pontua. “Homens e mulheres podem trabalhar com a mesma eficácia, cada qual com suas peculiaridades e características.”

“Ter diversidade no ambiente de trabalho potencializa o resultado da empresa”, Bruno Soares Possebon – Diretor

Possebon: primeiro emprego

Maíra Ferreira decidiu pelo ingresso na Possebon ainda com 15 anos, como menor aprendiz. “Na época tinha feito outra entrevista, mas, optei pelo processo de menor aprendiz, pois teria muito mais vantagens. Assim, já comecei registrada e com todos os benefícios.” Mal sabia ela na época, que a escolha acertada a tornaria analista de recursos humanos. Hoje, 13 anos depois, revê todo o desenvolvimento que teve dentro da empresa. “Evoluí muito nesse processo, sempre com grande oportunidade de crescimento, tanto que hoje sou analista e faço parte de gestão dos recursos humanos.”

Técnica em meio ambiente, Silvia Teixeira resume que toda base do seu histórico profissional foi na Possebon. “Foi aqui que me deram a primeira oportunidade de trabalho, em 2008. Desde então aprendi muito. Me empenhei e agarrei as situações de trabalho como se fossem particularmente minhas e foi a melhor opção”, pontua. Silvia entrou como auxiliar administrativa na empresa, ainda em seu primeiro emprego. Seu desempenho e dedicação fizeram com que ela crescesse em sua carreira.

Ela resume que ser mulher, mãe, dona de casa e trabalhar fora, é uma tarefa que exige muita disciplina, discernimento e ânimo. Porém, “com todo esse conjunto funcionando, eu consigo ser a mulher que sempre quis”, comemora. “Meu sentimento é de gratidão a Possebon.”

Outra que teve a Possebon como seu primeiro emprego é Marli Lemos dos Santos Jordão. Contudo, sua trajetória é pouco mais longa. Ela faz parte da equipe há 28 anos. O relacionamento acolhedor é ponto ressaltado pela responsável pelos serviços gerais. E, como muitas, Marli diz sentir-se em casa. “Me sinto muito bem aqui, todos me tratam muito bem. Todo mundo me respeita e eu respeito todo mundo.”

Funcionárias de empresas de construção civil

Há 12 anos na Possebon, Andreia M. Stawny é técnica de planejamento de obras, portanto, já trabalhou em vários contratos e em campo. Além disso, ela é técnica de inspeção de equipamentos. Assim sendo, já fez atividades ligadas a testes de equipamentos, teste hidrostático e mostra que não tem ressalva por ser mulher. “Já subi torre de 30 metros e fiz várias coisas na empresa ligadas as obras em que trabalhei”. Na Possebon conheceu seu marido e fez amizades que perpetuam até hoje.

Elas contribuem muito em seus ofícios. A sede da empresa, em Curitiba (PR), por exemplo, conta com uma compostagem. A cozinheira Dionice da Silva de Marchi, há três anos e três meses na Possebon explica sobre a importância e incentiva a prática. “Temos a horta e separo tudo certinho para ser colocado na compostagem. Como temos minhocas, sempre estou cuidando para não ser colocado nada errado e não prejudicar.”

“Está indo muito bem. Tiramos insumos, levamos para horta e ela está produzindo melhor. Como já trabalhei na terra expliquei como fazer e agora está indo de vento em popa”, conta orgulhosa. “É uma coisa boa para todo mundo fazer. Natural, sem veneno e boa para saúde de todos”, finaliza.

A Possebon homenageia todas as funcionárias que ajudam e as que já ajudaram a construir nossa história, bem como, todas as mulheres que devem ser valorizadas diariamente!

4 Comments

  1. Vanusa Mulek de Souza disse:

    Não há distinção entre homens e mulheres, as pessoas são contratadas pelas suas competências.
    É assim na maioria dos lugares.
    O fato de não haver muitas mulheres na construção civil não se dá pela falta de aceitação, mas pq a maioria tem por decisão atuar na área de humanas, até pq a grande maioria das funções desempenhadas na indústria da construção exige um esforço físico onde que muitas não tem vontade de atuar, como por exemplo nas funções de pedreiro, carpinteiro, montador de andaime, operador de máquinas de grande porte, soldador, caldeireiro.

  2. Lea Gizelda taveira disse:

    Parabéns a Possebom!
    Parabéns Vanusa! Parabéns Cíntia
    Parabéns a todas as funcionárias! Elas mereceram esse destaque pois são tão competentes quanto os homens!

  3. Jane Brune Cardoso disse:

    Parabéns para a Possebon! Está colhendo os frutos por ter dado oportunidade a essas mulheres maravilhosas!

  4. Thays disse:

    Adorei!
    💪🏻😊

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *